Leandro Moreira TI | Ensino e Treinamento em TI - Entenda o SDDC e seus benefícios para a TI e para o consumidor
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Nos últimos anos podemos observar um verdadeiro boom no mercado tecnologia com a popularização das tecnologias de virtualização.

Ao mesmo tempo que ocorria a massificação desta tecnologia, sua maturação fez com que surgissem a demanda por novas tecnologias de gerenciamento, armazenamento e gestão de todo o data center.

Nesse contexto, inicia-se os primeiros passos em direção a tecnologia de Software-Defined Data Center - ou Data Center Definido por Software (SDDC).

O que é um Data Center?

Se você não é da área, talvez fique um pouco perdido. Por isso, vale a pena a tradução de alguns termos, a começar pelo Data Center.

De forma lúdica e prática, o Data Center nada mais é que uma grande gaveta onde ficam armazenados dados e arquivos.

Hoje em dia está cada vez mais comum nos referirmos ao Data Center como “nuvem”.

Mas o que vem a ser o Data Center definido por software (SDDC)? Seria uma completa abstração da camada física do Data Center?

Sim. Todas as partes são virtualizados, isto é, não dependem de um hardware físico, como HDs, por exemplo.

As vantagens deste modelo são muitas e podem fazer uma grande diferença no dia a dia, como:

  1. Erradicação de mídia física: isto é, não é necessário treinamentos específicos, nem compra de materiais. Além de mais econômico, ainda pode mudar a estrutura física de uma empresa;
  2. Menos custos: sem contar com o motivo anterior, o volume de trabalho decai significativamente, fazendo com que os profissionais se voltem para tarefas mais complexas e lucrativas;
  3. Automação: uma vez que a infraestrutura está construída em códigos, é possível realizar a automação, acelerando processos antes dificultosos.

Para entendermos melhor, vamos fazer um paralelo com o modelo tradicional de Data Center:

Em um Data Center tradicional, de forma bem superficial para que possamos prover serviços, temos basicamente três camadas:

  • a camada de rede;
  • a camada de servidores (Virtualização);
  • e a camada de storage ou armazenamento.

Cada tier tem “N” vendors no mercado, tipos de equipamento e com configurações bem específicas.

Dessa forma, podemos ter vários players provendo nossa infraestrutura com a necessidade de ter profissionais capacitados em sua instalação, configuração, manutenção e, principalmente, na sua operação.

Existem dois tipos de equipamento no Data Center que mudam de forma considerável sua Operação quando alteramos vendors: os Switches e os Storages.

A forma como se provisiona e aloca um novo volume, como se apresenta um novo servidor, muda de acordo com o fabricante do equipamento.

Temos ainda equipamentos com interfaces mais intuitivas e outros com interfaces altamente complexas.

Posto isso, a medida que renovamos os equipamentos do Data Center, é necessário recapacitar toda equipe de operação para que possa suportar as demandas.

Quando tratamos de um Data Center Definido por Software, podemos observar a completa abstração dessa camada física (servidores, redes e Storages).

Sendo implementada a inteligência do software, onde nessa arquitetura entregamos um pool de recursos que distribui as aplicações de acordo com a necessidade, torna a operação do Data Center ágil, possibilitando a criação de Datacenters Virtuais e fazendo com que a equipe de infraestrutura consiga atender de forma rápida as demandas de novos projetos.

Com o advento dos Data Centers virtuais podemos implementar tecnologias de orquestração que permitirão a criação de catálogos de serviços (servidores, serviços e desktops), fornecendo aos nossos usuários o consumo dos mesmos por meio de um portal self-service.

Deixe sua opinião sobre o SDDC: você acredita que o modelo só tem vantagens ou pode apresentar pontos falhos?

Entenda o SDDC e seus benefícios para a TI e para o consumidor

Nos últimos anos podemos observar um verdadeiro boom no mercado tecnologia com a popularização das tecnologias de virtualização.

Ao mesmo tempo que ocorria a massificação desta tecnologia, sua maturação fez com que surgissem a demanda por novas tecnologias de gerenciamento, armazenamento e gestão de todo o data center.

Nesse contexto, inicia-se os primeiros passos em direção a tecnologia de Software-Defined Data Center - ou Data Center Definido por Software (SDDC).

O que é um Data Center?

Se você não é da área, talvez fique um pouco perdido. Por isso, vale a pena a tradução de alguns termos, a começar pelo Data Center.

De forma lúdica e prática, o Data Center nada mais é que uma grande gaveta onde ficam armazenados dados e arquivos.

Hoje em dia está cada vez mais comum nos referirmos ao Data Center como “nuvem”.

Mas o que vem a ser o Data Center definido por software (SDDC)? Seria uma completa abstração da camada física do Data Center?

Sim. Todas as partes são virtualizados, isto é, não dependem de um hardware físico, como HDs, por exemplo.

As vantagens deste modelo são muitas e podem fazer uma grande diferença no dia a dia, como:

1.     Erradicação de mídia física: isto é, não é necessário treinamentos específicos, nem compra de materiais. Além de mais econômico, ainda pode mudar a estrutura física de uma empresa;

2.     Menos custos: sem contar com o motivo anterior, o volume de trabalho decai significativamente, fazendo com que os profissionais se voltem para tarefas mais complexas e lucrativas;

3.     Automação: uma vez que a infraestrutura está construída em códigos, é possível realizar a automação, acelerando processos antes dificultosos.

Para entendermos melhor, vamos fazer um paralelo com o modelo tradicional de Data Center:

Em um Data Center tradicional, de forma bem superficial para que possamos prover serviços, temos basicamente três camadas:

·       a camada de rede;

·       a camada de servidores (Virtualização);

·       e a camada de storage ou armazenamento.

Cada tier tem “N” vendors no mercado, tipos de equipamento e com configurações bem específicas.

Dessa forma, podemos ter vários players provendo nossa infraestrutura com a necessidade de ter profissionais capacitados em sua instalação, configuração, manutenção e, principalmente, na sua operação.

Existem dois tipos de equipamento no Data Center que mudam de forma considerável sua Operação quando alteramos vendors: os Switches e os Storages.

A forma como se provisiona e aloca um novo volume, como se apresenta um novo servidor, muda de acordo com o fabricante do equipamento.

Temos ainda equipamentos com interfaces mais intuitivas e outros com interfaces altamente complexas.

Posto isso, a medida que renovamos os equipamentos do Data Center, é necessário recapacitar toda equipe de operação para que possa suportar as demandas.

Quando tratamos de um Data Center Definido por Software, podemos observar a completa abstração dessa camada física (servidores, redes e Storages).

Sendo implementada a inteligência do software, onde nessa arquitetura entregamos um pool de recursos que distribui as aplicações de acordo com a necessidade, torna a operação do Data Center ágil, possibilitando a criação de Datacenters Virtuais e fazendo com que a equipe de infraestrutura consiga atender de forma rápida as demandas de novos projetos.

Com o advento dos Data Centers virtuais podemos implementar tecnologias de orquestração que permitirão a criação de catálogos de serviços (servidores, serviços e desktops), fornecendo aos nossos usuários o consumo dos mesmos por meio de um portal self-service.

Deixe sua opinião sobre o SDDC: você acredita que o modelo só tem vantagens ou pode apresentar pontos falhos?

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