Leandro Moreira TI | Ensino e Treinamento em TI - Infraestrutura Ágil
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A Agilidade é a qualidade física que permite mudar a posição do corpo no menor tempo possível. Ela é fundamental na prática de esportes e na vida de todos. Juntamente com a força e a resistência, a agilidade é uma modalidade necessária em práticas esportivas como no futebol, no caso dos dribles, ou das acrobacias, no caso das lutas, como o boxe tailandês, e a ginástica artística. A agilidade é a capacidade física de deslocar o corpo no espaço o mais rápido que seja possível mudando o centro da gravidade sem perder sequer o equilíbrio nem a coordenação. A agilidade aparece nos esportes como basquete, boxe, vôlei, etc. e nas atividades recreativas: pega-pega, queimada e rouba bandeira.”

Wikipedia

A TI (Tecnologia da Informação) apoia e ajuda a definir os processos e o andamento das operações essenciais de uma corporação, tendo papel fundamental ao disponibilizar os recursos tecnológicos necessários.

A cada dia que passa, ter o planejamento de TI alinhado ao planejamento estratégico de negócios está se tornando primordial para que as corporações possam alcançar seus objetivos. Dessa forma, ter uma TI eficiente e que esteja alinhada com as novas tecnologias e tendências de mercado passa a ser algo essencial para o sucesso de uma estratégia de negócio bem definida.

Para atender as novas demandas das áreas de negócio, a agilidade é um fator fundamental. Entretanto, isso encontra uma resistência no time infraestrutura (Sysadmin), pois alterações de sistemas refletem na infraestrutura e são de difícil diagnóstico. Quem nunca ouviu a frase “o servidor está com problema”?

Nesse contexto, a evolução dos administradores de sistemas ficou evidente, mas toda essa evolução tem um ponto fraco e crucial, a infraestrutura não se desenvolveu na mesma velocidade, uma vez que ambientes podem demorar dias ou até mesmo semanas para serem configurados e disponibilizados.

Ao compararmos as práticas de infraestrutura ágil com o método convencional, percebemos que no método ágil temos a codificação da infraestrutura, o versionamento, a automação e o provisionamento, enquanto no método convencional observamos um longo e burocrático caminho a ser percorrido para realizar a atualização de código em produção. Com prazos de entrega cada vez mais apertados no método convencional, nem sempre a atualização é testada em sua totalidade, o que acaba causando Rollback no ambiente de produção e retrabalho no desenvolvimento, gerando como consequência várias atualizações da aplicação em um mesmo dia.

Não é intenção deste artigo defender a forma A ou B de trabalhar, mas sim expor os dois lados da moeda para que o leitor forme a sua opinião, principalmente porque uma mudança dessa envergadura (sistemas monolíticos deixam de existir dando lugar a micro serviços) requer uma mudança de paradigma dentro da TI de uma empresa, pois altera diretamente a forma como o time de desenvolvimento desenvolve suas aplicações e o time de infraestrutura muda a forma como trata a infraestrutura. Essas alterações demandam uma curva de aprendizado e um tempo de adaptação que, se alcançados, vão permitir a implementação da cultura DevOps.

“O DevOps é a combinação de filosofias culturais, práticas e ferramentas que aumentam a capacidade de uma empresa de distribuir aplicativos e serviços em alta velocidade: otimizando e aperfeiçoando produtos em um ritmo mais rápido do que o das empresas que usam processos tradicionais de desenvolvimento de software e gerenciamento de infraestrutura. Essa velocidade permite que as empresas atendam melhor aos seus clientes e compitam de modo mais eficaz no mercado.”

Amazon

O DevOps é uma nova abordagem de trabalho das equipes de TI, muda a forma como desenvolvedores e administradores de sistemas trabalham, promove uma maior integração entre as equipes, para tal, apoia-se em 4 pilares:

  • Automação;
  • Entregas;
  • Métricas;
  • Pessoas.

Baseado nesses pilares surge infraestrutura ágil, que permite ao time de infraestrutura ou operações fazer alterações na infraestrutura sem o comprometimento do ambiente. Servidores que antes demoravam semanas para serem disponibilizados passam a ser entregues em um tempo infinitamente menor. Todo o trabalho de deploy do servidor que antes era realizado manualmente, passa a ser substituído por um processo automatizado.

Ferramentas de gerência de configuração, orquestração e provisionamento nos permitem codificar toda a nossa infraestrutura, trazendo produtividade, velocidade e agilidade na entrega de novas instancias de infraestrutura.

Os benefícios são evidentes, pois passamos a versionar o ambiente, permitindo realizar testes automatizados e simplificando a documentação do ambiente, pois o próprio código usado para criar a infraestrutura é a documentação de todo o processo.

A adoção da cultura DevOps traz grande desafios e grandes benefícios para as empresa, não e atoa que grandes empresa tem adotado cada vez mais essa metodologia de trabalho.

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